Vídeos, fotos, PDFs e documentos Word carregam uma ficha técnica escondida — localização, horário, aparelho, autor, ferramentas usadas na edição. O MetaLimpo lê essa ficha, mostra o que encontrou e apaga tudo, sem enviar o arquivo a lugar nenhum.
Textos colados de outros lugares às vezes carregam caracteres que não aparecem na tela — espaços de largura zero, controles de direção, ou marcadores usados para embutir dados caractere a caractere. Cole abaixo para ver o que tem escondido.
Cada formato tem sua própria estrutura, mas o princípio é sempre o mesmo: encontrar exatamente onde vive o metadado e apagar só ali, sem tocar na imagem, no áudio ou no texto do documento.
Blocos udta/meta são zerados e renomeados para free; timestamps zerados em mvhd/tkhd/mdhd. No modo profundo, mensagens SEI do tipo user_data_unregistered (onde ficam assinaturas de app/codificador) são zeradas dentro do próprio stream H.264/HEVC, sem alterar nenhum frame.
Segmentos EXIF, XMP, comentários e blocos IPTC são removidos inteiros — cada formato desses é sequencial, então o arquivo só encolhe, os pixels nunca são tocados.
Strings do dicionário /Info e do pacote XMP são apagadas no próprio lugar, preservando o tamanho do arquivo — inclusive em revisões antigas incrementais que a maioria das ferramentas ignora.
Um .docx é um .zip: só docProps/core.xml e docProps/app.xml são reescritos (autor, empresa, datas). O texto e a formatação em word/document.xml nunca são lidos nem tocados.
Limitações conhecidas: faixas de telemetria dedicadas (comuns em câmeras de ação) podem manter alguns dados que só saem com recodificação completa; blocos XMP embutidos em GIF via extensão de aplicativo não são removidos (o formato usa um truque de compatibilidade que não é seguro de editar às cegas); arquivos protegidos por senha ou DRM não são suportados. Arquivos .MOV são salvos como .mp4 — mesmo contêiner, compatível com a maioria dos players.